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segunda-feira, 23 de abril de 2012

Zeretrus (enquanto isso...)

-Reúna todos os guardas! Os melhores ficaram na frente! Vamos busca minha filha!
   Luiky esta armando as tropas para salvar Sofia, o que ele não sabia é que ela esta no Reino Burdel.
-Majestade! Evacue!
-Marcos? - logo atras vinha Felipe - Felipe! Cade minha filha? Cade Sofia?!
-Majestade... eu...
-Você fez ima promessa! Você prometeu, você fez um juramento, que iria cuida de minha filha, pra que você treina?! Me responda seu insolente! - Felipe fica com a cabeça baixa - Olhe para mim!
-Majestade!
-Agora não Marcos!
-Mas o inimigo é mais forte do que o senhor imagina!
-Aqueles guardas? Eles fortes? Não me faça rir!
-Não Majestade... O Reino Burdel...
-O que tem? Nós já quase derrotamos ele, agora podermos vencer.
-Não, não podemos...
-O que esta dizendo Marcos?
-Ele encontrou a criança.
   Luiky fica em choque.
-Mas... eu mandei aquela criança pra bem longe, como eles a encontraram?
-Não sei... mas ela esta do lado dele... e eles raptaram a Sofia.
-Não... isso quer dizer que...
-Sim majestade... vão querer mata-la - Diz Felipe ainda com a cabeça baixa *esse é  meu dever, não vou deixa ninguém faze isso... oque estou pensando...? Droga...*
-Não! Como eles deixaram isso acontecer?!
   Todos ficam em silêncio.
-Capitão reúna todas, TODAS as tropas... - Luiky é interrompido por uma mensagem que o falcão do Reino Burdel trouxe - É guerra?... Então teremos guerra! Ataquem com todas as forças! Mas deixe meu filho comigo, se eu souber que ele relo nela... ele é um homem morto.
-Mas Majestade, ele... - Marcos fica surpreso.
-Ele é meu! - Luiky se vira pra ele com um olhar de fúria.
-Como desejar.
-Vocês dois vão na frente... - passando por Felipe, ele coloca sua mão sobre o ombro dele - Eu confio em você, de o melhor de si.
-Eu vou derrotar todos que estiver a minha frente Majestade, eu prometo.
-Muito bem... e me desculpe... perdi a cabeça.
-Tudo bem... é sua filha que esta em perigo.
   Luiky faz um sorriso simples e sai andando com sua armadura dourada brilhante.
*Esta indo tudo muito bem...* - pensa Felipe.



   Gente!!! Estou ficando sem tempo!!! Mas estou postando, não estou me esquecendo não tá?! eu to escrevendo, só esta me faltando tempo u.u
Tiau Ja nã (/^3^)/

terça-feira, 10 de abril de 2012

Uma batalha entre irmãos

  Vou da um soco em seu rosto e ele desvia ainda sorrindo - o sorriso dele ta medo - vou da uma rasteira nele, ele pula e puxa meu cabelo, eu seguro sua perna e ela queima.
-Argh...! - eu saio correndo e ele vem atras de mim - volte aqui e lute!
-Eu não!

  Estou do lado de fora do castelo, esta rodeado por guardas, passo por eles sem problemas - bando de burros - começo a anda pela cidade deserta - da calafrio - alguma corda se enrola em meu pescoço, percebo que é de tinta.
-Não penso que ia escapar de mim né irmãzinha?
-Me solta!
  Ele me puxa e eu caio no chão. ele continua me puxando, penso comigo - tinta é tóxica, os contribuintes que contem nela é inflamável, já sei - faço minhas mãos pegarem fogo, então ele percorre a corda de tinta queimando as mãos dele.
-Mas como....? Isso dói!
-Numa luta não requer só força, temos que pensa também, que é uma coisa que eu percebi que você é devagar.
-Posso ser devagar para pensa, mas em velocidade - ele some e aparece do meu lado - eu sou rápido - ele me da um soco e eu voo longe, do nada ele me pega pelos cabelos e me joga na parede - isso é divertido! - ele fica rindo.

  Eu não conseguia me defende, só fica apanhando. Veio a imagem de meu pai, de minha mãe e de... Felipe. Sinto meu corpo pega fogo, o jovem me olha estranho e para de me bate.
-Isso, venha! Quero todo o seu poder, quero vê-lo! - ele não para de rir.
-Não vejo graça - eu levanto o braço e nisso o fogo se transforma em um braço gigante de fogo preto, eu bato nele e ele voa longe, batendo em uma parede e ela desmorona, ele se levanta ainda rindo. Eu corro até ele - estou rápida... - pego ele pela cabeça e o jogo pro auto, meu braço fica maior e quando ele estava caindo eu do um soco em sua barriga, ele cai no chão fazendo um buraco, e continuo socando ele no chão - Isso é divertido - ele segura minha mão com uma mão enorme de tinta e me joga na parede.
-Essa fala é minha - ele sai do buraco do chão todo machucado, na sua boca escorria sangue - Venha!

  Ficamos lutando por um tempo, fomos para em uma floresta ali perto, já estava esgotada, não tinha mais forças. Me desconcentro por um segundo e ele me da um soco no queixo, eu encosto em uma arvore para não cair, ele esta se apoiando em seu joelho, ele esta cansado. Ele aparece na minha frente e aperta meu pescoço.
-Fraca! Finalmente... terei poder total... serei forte...
-Porque... mataria... sua irmã?
-"Porque?"  Por que se eu te mata, o seu poder será meu, e eu serei poderoso, o bruxo mais poderoso! - ele aperta mais meu pescoço.
-Acho que... Stephan não irá gosta se você me mata - ele fica sério.
-Aquele...
-Porque... você obedece... ele? - ele não me responde, ele solta um pouco meu pescoço - Como você pode ajuda ele a destruir o nosso reino? Como você pode ajuda a pessoa... - começo a chora e ele me encara com as sobrancelhas unidas, ele ergue um pouco um braço, parecia que ia enxuga minhas lagrimas, mas ele já o abaixa - a pessoa que mato a nossa mãe?!
-Ele... o que? - ele me solta e fica perplexo.
-Isso mesmo que você escuto, eu fui o responsável pela morte da mãe de vocês - Stephan aparece entre as arvores.
-Seu desgraçado! - ele vai pra cima de Stephan.
-Não, não Jhonny - Stephan sorri e ele para - bom garoto, agora pegue ela e vamos... anda!
-Sim senhor.

  O que é isso? Porquê ele esta obedecendo o Stephan?
Ele me pega no colo, me encara e enxuga uma lagrima minha; então seguimos em diante... -O nome do meu irmão é Jhonny... - minha mãe sempre falo que achava esse nome bonito.




  Desculpem a demora, esta me faltando inspiração kkkk' ;p
Não sou boa em descreve lutas, mas até que fico bom u.u
Até a próxima. Jã na ;3

quinta-feira, 22 de março de 2012

Encontro com meu irmão

  Acordo em uma cama enorme, e estou com um vestido preto muito bonito - quem troco minha roupa?! - me levanto desesperada, tento abri a porta, mas esta trancada, olho pela janela - muito alto, tenho medo de altura - começo a presta atenção na paisagem, não é estranha.
-É... não pode ser - as casas estão caindo aos pedaços, a vegetação morta - é o Reino Burdel? - fico surpresa com tamanha desgraça - oque aconteceu? Aqui era tão lindo...
  Escuto a porta se abrindo, eu olho e vejo Stephan, ele parecia mais forte... para um velho... ele não parece velho.
-Vejo que acordou princesa, gostou da roupa? - perai...
-QUE?!! - eu me distancio dele "tampando" as partes de meu corpo.
-Não foi eu que te troquei pequena, foi uma mulher.
-Ufa..
-Mas bem que eu queria...
-O-oque você quer?!
-Bom... quero que você conheça alguém. Venha. - ele estende a mão.
-Não confio no senhor.
-Não me teste, não tenho paciência, venha logo - eu seguro sua mão.

  Fomos até o salão, descemos algumas escadas, parecia não ter fim; até que paramos em frente a uma porta preta, no vão da porta vejo que tem claridade e passava vento, provavelmente ali é uma saída secreta do castelo.
-Vá, abra.
-Por que eu?
-Abra. o abri as portas com as mãos tremulas e suadas. Me deparo com um jovem igual a mim, ele esta sentado em um trono e a sua volta tem flores pretas pingando tinta - Que-quem é ele? - começo a gagueja.
-Olá minha irmã.
  Aquilo foi um choque , Irmã?!, como assim? Eu sou filha única.
-O que significa isso?!
-Ele é seu irmão.
-Eu não tenho irmão!
-Você tem sim - disse o jovem, sua voz da calafrios.
  Eu o encaro, ele é muito parecido comigo, mas não... não tenho irmão!
-Vocês querem faze minha cabeça! Deixe eu ir embora, já vi oque você queria me mostra.
-Você não vai embora... - nisso uma corda de tinta me pega pela cintura.
-O que é isso? Me solta!
  Stephan pega meu queixo e nós ficamos cara-a-cara.
-Você não vai embora, você vai me ajuda na guerra.
-Guerra? Que guerra?
-A guerra que ira acontecer entre meu reino e o de seu pai.
-Eu vou participa de guerra nenhuma! - a corda que me prende, me aperta, isso faz eu fica com falta de ar.
-Vai me ajuda ou não?
-Não... não vou te ajuda - falo com dificuldade e a corda me aperta mais.
-E agora? Vai me ajuda ou não?
-Eu... nunca... me juntarei... a você!
-Você quer morre?
-Eu sou princesa de Zeretus, é meu dever manter a paz entre os reinos, não vou em rende facilmente para o inimigo, uma princesa nunca se rende, é fiel ao teu povo até o fim!!!

  Ele ri e a corda me aperta mais, não aguentando mais caio no chão.
-Chega, preciso dela.
-Mas...
-Chega! Esta me desobedecendo?
-Sinto muito - o jovem abaixa a cabeça.
  Ele é um bruxo, porque ele o obedece? Stephan vai até ele e fala alguma coisa.
-Levem-na para o quarto, terei uma conversa com ela depois. - Diz o jovem
-Sim senhor - diz dois soldados, cada um me pega por um braço.
  Eles literalmente me jogam no chão do quarto. Fui me troca e vejo as mercas em mim, esta bem dolorido. Me jogo na cama e começo a chora, a porta se abre - ninguém bate na porta antes de entra não, que falta de educação - é meu irmão... ele não é meu irmão!
-Guarde suas lagrimas para a derrota do reino de nosso pai.
-Cala boca! Ele é meu pai, não é nada seu!
-Você ainda nega que sou seu irmão? Olha para você, olha para mim, somos iguais!
-Stephan mando você aqui para dizer isso, eu sei!
-Eu vim por conta própria - ele fala calmo.
-Pois perdeu seu tempo, saia daqui.
-Não vou sai, até você acredita em mim.
  Respiro fundo.
-Saia, estou perdendo a paciência.
-Estou ansioso para ver o poder de minha irmã.
-Eu não sou sua irmã! -  eu corro na direção dele para da um soco na cara, mas paro e vejo que pinga tinta de sua calça - covarde! Fez um clone para me enfrentar, esta com medo?!
  Escuto palmas atras de mim, eu me viro e lá esta ele com um sorriso no rosto.
-Parabéns maninha, percebeu meu clone.
-Um clone muito mau feito - falo sorrindo, minhas mãos começão a pega fogo preto eu vou para cima dele e ele fica me encarando sorrindo com os braços cruzados.


  Ai esta, trazei um pouco mas ta ai, e este foi comprido hein ;)
Até a próxima!!! Ja nã o/

sábado, 10 de março de 2012

Tinta?

*Dentro da carroça*
  Estamos indo para o reino, o mascarado mora no meio da floresta, estamos em um caminho de terra, Felipe começa a desperta; Ele levanta assustado
-Calma - eu sento do seu lado
-Sofia! Você esta bem? Esta machucada? Onde estamos?
-Eu estou bem, calma. Um amigo esta nos levando de volta para o reino.
-Um amigo? Quem?
-Acho que... alguém igual a mim - eu abaixo o olhar. Será que ele se lembra?
-Como assim alguém igual... Você... - ele se levanta - Eu vou agradece-lo.

*Lado de fora da carroça*
-Olá
-Vejo que acordo, como esta o ombro?
-Muito bom, obrigado. Eu sei que é você não precisa usa a mascara.
-Mas ela não sabe.
-Espero que saiba oque faz.
-Pode deixa, eu não vou da em cima dela que nem aquela noite.
-Bom mesmo... Ei! Eu quis dizer... Ah esquece!
-Não adianta esconde isso Felipe.
-Calado... Não estamos sozinhos.
-É, eu percebi - mascarado para a carroça - vai lá dentro com ela e diga que eu parei para os cavalos descansarem.
-Ela não vai acredita, os cavalos nem andaram direito.
-Inventa qualquer coisa - mascarado desce da carroça e fica olhando pra floresta.
-Ta bom, vou fala a verdade.
-O que?!
  Um homem sai da floresta e começa a ataca o mascarado e mais 4 homens aparecem, Felipe entra no meio da briga.
-Vai lá com a Sofia! Eu me viro aqui - diz o mascarado fazendo uma planta com espinhos enrolando em dois homens.
-Esta bem - Felipe entra na carroça.
  Mascarado volta a olha para os homens que acabara de matar.
-O que?! - o homem vira tinta, ela escorria pela planta e caindo no chão refazendo o homem - Droga.

*Dentro da carroça*
-Por que paramos?
-Bem... o homem teve... é... que ir ao banheiro - ele fica vermelho.
-Atah... Esta melhor?
-Estou sim, não se preocupe - ele sorri e coloca uma mão em meu ombro.
  Ele tá estranho...
  Do nada aparece um homem na carroça e tenta me pega pelo braço.
-Droga! - Felipe corta o braço do homem, a parte do braço que me segurava virou tinta e ao invéz de sangue, saia tinta - O que é isso?! - Felipe enfia a espada no peito do homem, ele olha para a espada e depois olha pro Felipe - Que coisa é essa?
  O homem jorra tinta em Felipe e cai no chão, eu tentei usa meus poderes... mas nada aconteceu. Ele me pego no colo, me prendendo de alguma forma em seu corpo.
-Felipe, socorro!!!
-Sofia!!! - ele tenta de livra da tinta

*Sofia some de vista*

*Fora da carroça*
-Felipe, socorro!!!
-Sofia? Sofia!!! - mascarado grita.
  Ele corre até a carroça e vê Felipe sendo sufocado com a tinta, ele o ajuda.  Felipe já solto, começa a soca a carroça.
-Se acalme - mascarado segura a mão dele.
-Me acalma?! Sofia foi raptada denovo e que tinta é essa? Oque querem com ela? Eu sei que você sabe Marcos!




  Eu demorei muuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuito, sei disso, me desculpem. É que eu to organizando meus horários ainda x.x kkk'
  Esse foi pequeno e vcs viram que eu fiz de um jeito deferente, oq acharam? continuo assim ou volto como estava? ^^
  Até a próximaaa ;**

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012

Fogo...


  O colar que minha mãe me deu começa a brilha, o homem e Felipe ficam olhando, o homem corre mas Felipe segura seu pé o homem se solta dando um chute; Quando ele esta quase me alcançando, envolta do tronco começa a pega fogo, mas é um fogo estranho... é um fogo preto.
-Oque é isso?! Sua bruxa! - o homem esta paralisado.
  O colar se quebra e é queimado, as cordas que me prendem pegam fogo e eu me solto (o engraçado é que eu não me queimei com o fogo) eu estou fora de mim, não conseguindo controla isso. Um punhal aparece em minha mão do nada, o homem começa a pega fogo, eu enfio o punhal em seu peito e ele cai morto. Olho pra Felipe e ele me olha com uma cara de surpreso, cada passo que eu do, as minhas pegadas pegam fogo. Do nada uma trepadeira sai do chão e se enrola em mim.
-Oque é isso?! - faço a planta pega fogo. Um lindo botão aparece na minha frente, do nada ela solta um gaz muito fedido, tudo começa a roda e minha visão embasa, eu vou caindo e alguém me segura, é um homem... o mascarado!
-Fique calma, tudo vai da certo - diz ele. A voz não é estranha.

  Acordo em um quarto, esta tudo rodando. Alguém abre a porta... é ele! Entro em desespero, olho pro lado e Felipe esta deitado em outra cama desacordado. - o mascarado não é Felipe.
-Felipe socorro!
-Calma, calma! - o mascarado tampa a minha boca - ele tem que descansa, esta muito machucado - ele tira a mão.
-Obrigada... por salva Felipe de mim. Eu estava fora de mim naquela hora.
-Tudo bem, bruxos no começo é assim - eu o encaro.
-Quem é você?
-Um amigo - ele sorri e sai do quarto.

  Estou com cede, resolvo ir pega água; Me levanto da cama com um pouco de dificuldade. Saindo do quarto vejo que o mascarado esta tirando sua mascara, mas a porta bateu e ele coloca a mascara rápido - droga, não deu pra vê quem é - ele olha pra mim.
-É... estou som cede.
-Um copo d'água saindo! - ele corre até a cozinha e volta com o copo. - aqui esta.
-Obrigada.
-Quer alguma coisa, quer come? Esta com fome?
-Não, obrigada... eu só quero ir pra casa.
-Sim, entendo... bom, então vamos.
  Ele é legal, educado e... parece que ele é igual a mim... um bruxo.




  Gente desculpa pela demora, eu consegui perde a história -.-' ai tive que escreve denovo =B
Esse foi beeem curto hein =S kkk' Não sei como vai ser o próxima ;) até la.
Jã na \o

terça-feira, 24 de janeiro de 2012

Sequestro

  Descendo a escadaria vejo Felipe do lado do seu pai, parece que estão discutindo. Vejo meu pai no fim da escadaria me esperando, ele pega minha mão e me leva no meio do salão, começamos a dança, todos estão olhando. Felipe aparece do lado de meu pai, ele passa minha mão para Felipe, meu coração acelera, to das as princesas cochichavam entre si, subo o olhar e Felipe esta olhando para mim com um sorriso lindo, eu retribuo.
-Ah, não é nada - ele fica me encarando e desvia o olhar - oque foi? Você parecia briga com seu pai - todos começaram a dança.
-É complicado...  - ele não olha pra mim.

  Puxo ele para um canto, um pilar perto da porta que da pro jardim.
-Me fale, porque você briga tanto com seu pai?
-Não devíamos nos afasta - ele olha pros convidados.
  Pego o seu rosto e o viro pra mim, ele fica me encarando.
-Nós moramos a muito tempo juntos, você nunca fala nada pra mim e eu sempre conto oque penso, por que estou chateada... conto tudo. Pelo menos uma vez me conte.
-Eu... Sério Sofia, vamos voltar pra lá, por favor... - ele volta a olha pros convidados.
-Porque...? - ele olha pra mim e eu abaixo a cabeça - porque você é assim? Você sempre me evita, mas quer me proteger, eu não te entendo, sempre tem segredos.
-Vamos volta - ele fala nervoso, mas não de raiva, ele pega minha mão e eu me solto.
-Não, não quero volta. Quero fica aqui... sozinha.
-Você não pode fica sozinha.
-Mas eu quero, agora sai! - me viro de costa pra ele.O vento bate em meu rosto, a noite esta fria.
-Eu... não posso conta, me desculpe - escuto os passos dele saindo de perto de mim.
-O que esta acontecendo...? - pergunto pra mim mesma.
-Oi! - Marcos aparece do nada.
-A! Que susto Marcos!
-Desculpe alteza - ele sorri. Respiro fundo.
-Tudo bem... Eu quero lhe faze uma pergunta.
  Ele fica sério.
-Diga.
-Bem...
-Achei você filha! Vamos canta corta o bolo.
-Mas... - eu me viro para o Marcos, mas ele tinha sumido.
-Vamos! - ele começa a me puxa pela mão.
-Já estou indo papai, não me puxe! - ele me solta e vai andando.

  Quando dei o meu primeiro passo alguém me pega pela cintura e coloca uma espada em meu pescoço.
-Papai!
  Ele se vira rápido gritando meu nome, vejo Felipe me encarando com raiva.
-Guardas!
-Não atreva a me deter, se não ela morre.
-Papai! - começo a chora.
-Calada! - ele rela a espada em mim, mas não chega a corta - vamos princesa.
  Um outro homem que esta com ele me carrega no colo.
-Me solta! Papai! - eles saem correndo pelo jardim - Vocês não vão sai dessa! Vocês vão ver, os guarda de meu pai vão pega vocês!
-Faz essa garota fica quieta! Já esta me irritando! - diz o homem que corria na frente.

  Eles param em uma floresta, não muito longe do reino, eles me amarram em uma árvore.
-Oque vocês vão faze comigo? Me soltem!
-Fica quieta! -  o homem aponta a espada para mim, eu fico quieta na hora.
-Tem certeza? - o outro homem perguntou pro que apontava a espada pra mim.
-É claro, a mãe dela é uma bruxa, então ela também é. Todos os outros soldados foram embora e eu fiquei lá só de olho... então eu vejo a mulher saindo do tronco conversando com a criança, e falando que ela também é uma bruxa. Temos que mata-lá.
-Oque?! Mas oque eu fiz?!
-Cala a boca! Você é uma bruxa, bruxas são perigosas, não temos que dar satisfações a você. - ele bate em meu rosto, uma flexa atravessa a mão dele - A! Oque é isso?! - o homem tira a flexa e á joga no chão.
-Não se deve bater em uma mulher... soldado.
-Felipe! - eu grito.
-Príncipe Felipe?! Mas ela...
-Calado!
-Nós vamos mata-lá. São ordens! Se você for nos deter... teremos que lutar.
-Então... que vença o melhor.
-Felipe não!
-Calada! - grita o homem.
-Para de fala com ela desse jeito! - Felipe vai pra cima do soldado, o outro vai também.
-Espera! Dois contra um não vale!
-Pode deixa Sofia - ele fala sorrindo. Ele é outra pessoa lutando, parecia um louco, um vampiro louco por sangue. Um soldado cai morto, Felipe esta muito machucado, não da pra luta com o outro - venha!
-Felipe chega! Olha para você!
-Já falei... fique tranquila, esse homem vai se arrepende de ter batido em você.
  O que mais me surpreendeu não foi o porque dele ter ido me salva, foi porque ele nem ligo quando o soldado falo "São ordens!" ele sabia...

   Os dois começam a luta, Felipe esta fraco e esta perdendo. Quero faze alguma coisa mas estou presa. O homem enfia a espada no ombro de Felipe, ele grita de dor e ajoelha. O homem se prepara pra dar o ultimo golpe.
-Felipe! - grito seu nome chorando.

  Ta ai, agora só semana que vem ;3
Não reclamem por que esse aqui foi maior que os outros u.u kkkk'
Tiau pessoas, jã na \o/